
Conteúdo técnico para quem decide em meio ambiente e geotecnologia.
Remediação de áreas contaminadas: como escolher a tecnologia certa
Bombeamento e tratamento, MPE, ISCO, oxidação química, biorremediação e atenuação natural monitorada — critérios técnicos e de custo para decidir.
Avaliação de Risco à Saúde Humana (ACBR): quando substitui a remediação
Como a ACBR pela CONAMA 420 pode reduzir escopo de remediação, definir metas específicas do local e destravar áreas contaminadas para uso.
Due diligence ambiental em M&A e imobiliária: o que verificar antes de comprar
Fase I, Fase II, cláusulas de indenidade e como quantificar o passivo ambiental — o roteiro que protege comprador, financiador e sócio.
Licenciamento ambiental de loteamentos urbanos: drenagem, APP e Lei 6.766
Aprovação municipal, anuência estadual, tratamento de APPs, sistema de drenagem urbana e outorga — o que o loteador precisa entregar.
Batimetria para dragagem portuária: pré, durante e pós-dragagem
Como o levantamento hidrográfico multifeixe fiscaliza volumes dragados, atende IHO S-44 Especial e evita glosas em contratos de dragagem.
Monitoramento pós-remediação: como encerrar formalmente um processo de área contaminada
Frequência, malha, parâmetros e duração do monitoramento pós-remediação para obter o Termo de Reabilitação de Uso Declarado (TRUD).
Licenciamento ambiental em Santa Catarina: como funciona no IMA-SC em 2026
Portes, códigos de atividade, prazos e documentos exigidos pelo IMA-SC — o guia prático para empreendedores que operam em Santa Catarina.
Investigação ambiental em Santa Catarina: exigências do IMA e CONAMA 420
Como o IMA-SC conduz processos de gerenciamento de áreas contaminadas — do IP à remediação — e o que o mercado catarinense precisa saber.
Licenciamento industrial em Joinville e Jaraguá do Sul: o que exigem IMA e FUNDEMA
Metalmecânica, plásticos e têxtil no norte de SC — os pontos críticos do licenciamento no maior polo industrial catarinense.
Áreas contaminadas em Joinville: passivos industriais e due diligence em SC
Metalmecânica, galvânica, plásticos e antigos depósitos — por que Joinville concentra passivos ambientais e como investigar corretamente.
Licenciamento agroindustrial no Oeste de SC: frigoríficos, suinocultura e avicultura
Chapecó, Concórdia e Xanxerê — o que o IMA-SC exige do maior cluster agroindustrial do Sul do Brasil em efluentes, dejetos e outorga.
Passivos ambientais da mineração de carvão no Sul de SC: investigação e remediação
Criciúma, Siderópolis e Urussanga — como investigar drenagem ácida, metais pesados e rejeitos na região da ACP do carvão.
Investigação Ambiental Preliminar (IAP): o guia definitivo da etapa inicial
O que é, quando exigir, escopo, produtos e como uma IAP bem feita evita gastar em amostragem no lugar errado.
Avaliação Preliminar em due diligence ambiental: reduzindo risco em M&A e transações imobiliárias
Como a Investigação Preliminar (Fase I) protege compradores, financiadores e incorporadoras de assumir passivos ambientais ocultos.
Investigação Ambiental Confirmatória (IAC): como confirmar (ou descartar) contaminação
Locação de pontos, malha amostral, parâmetros analíticos e critérios da CONAMA 420 para decidir se a área segue para investigação detalhada.
Amostragem na Investigação Confirmatória: solo, água subterrânea e soil vapor sem erros
Passo a passo da coleta na etapa confirmatória, com cuidados de campo, cadeia de custódia e escolha de laboratório acreditado.
Investigação Ambiental Detalhada (IAD): delimitando a pluma com precisão
Adensamento amostral, modelo hidrogeológico conceitual, ensaios de campo e produtos que subsidiam avaliação de risco e remediação.
Modelo Conceitual da Área (MCA) na investigação detalhada: como construir sem furos
Fonte, caminhos de exposição, receptores e como um MCA robusto reduz custo de remediação e resiste à análise crítica do órgão ambiental.
Como tirar licença ambiental: guia passo a passo (LP, LI e LO)
Documentos necessários, etapas, prazos, custos e o papel da ART — o caminho completo para obter a licença ambiental no Brasil.
Selo Casa Azul+ Caixa: guia completo para incorporadoras em 2026
O que é, quem exige, quais critérios atender e como obter os níveis Bronze, Prata e Ouro do selo da Caixa Econômica.
Financiamento Caixa para empreendimentos: as exigências ambientais em 2026
Da PRSAC à exigência de certificação ambiental — o que a Caixa pede no dossiê de crédito imobiliário acima dos portes intermediários.
Investigação ambiental sob a CONAMA 420/2009: o guia prático
Entenda em detalhe o que a Resolução CONAMA 420/2009 exige da investigação ambiental de áreas contaminadas no Brasil.
Escopo 3 do inventário GEE: como mapear as 15 categorias da cadeia de valor
Bens e serviços comprados, transporte, viagens, uso de produtos vendidos — o que é cada categoria e como priorizar a coleta de dados.
Batimetria multifeixe vs. feixe único: qual técnica escolher?
Comparativo técnico entre SBES e MBES considerando custo, precisão, densidade de dados e aplicações.
SBTi e net zero: como construir a trajetória de descarbonização da empresa
Do inventário ao plano de transição climática: meta 1,5 °C, MAC curve, compensação de residuais e governança climática.
Georreferenciamento INCRA: passo a passo da certificação SIGEF
Do contrato à certificação, todos os passos do georreferenciamento de imóvel rural com base na Lei 10.267/2001.
ABNT NBR 15.495: como projetar e construir poços de monitoramento
Da locação à perfilagem, todas as exigências da NBR 15.495 para poços de monitoramento de águas subterrâneas.
NBR 16.434/2025: o que muda na investigação detalhada de áreas contaminadas
Resumo objetivo das atualizações da norma de investigação detalhada e seus impactos em projetos de remediação.
Amostragem de solo: técnicas, equipamentos e erros que invalidam laudos
Sondagens, trados, geoprobe e cadeia de custódia — o que faz um plano amostral resistir à análise crítica do órgão.
Passivo ambiental em postos de combustível: o que exige a CETESB
Diagnóstico, monitoramento e remediação em postos: cronograma típico, custos e riscos jurídicos do não cumprimento.
Sonar multifeixe em portos e hidrovias: planejamento e produtos
Como planejar uma campanha MBES em ambientes portuários — linhas, IHO S-44, calibração e entregáveis.
Assoreamento de reservatórios: monitoramento por batimetria e sedimentos
Como o monitoramento periódico por batimetria revela perda de volume útil e orienta planos de dragagem.
Norma IHO S-44: ordens de precisão no levantamento hidrográfico
Entenda as ordens Especial, 1a, 1b e 2 da IHO e como elas definem o escopo do seu levantamento batimétrico.
Drone RTK e PPK: como atingir precisão centimétrica em topografia
Diferenças entre RTK e PPK, exigências de pontos de controle e quando o aerolevantamento substitui a topografia clássica.
Outorga de uso da água: passo a passo junto à ANA e órgãos estaduais
Quando a outorga é obrigatória, documentos exigidos, prazos médios e os riscos de operar sem o título.
Licenciamento ambiental: diferenças entre LP, LI e LO na prática
Licença Prévia, de Instalação e de Operação: o que cada uma exige, prazos e como evitar atrasos no projeto.
EIA/RIMA: quando é obrigatório e quanto custa um estudo de impacto
Critérios da CONAMA 01/86, atividades sujeitas, escopo típico e prazos para empreendimentos de grande porte.
Inventário de GEE pelo GHG Protocol e ISO 14.064: por onde começar
Escopos 1, 2 e 3, limites organizacionais, fatores de emissão e verificação de terceira parte para inventários corporativos.
